Dois clientes, dois cenários, a mesma lógica: medir do clique à receita e realocar o budget pra onde ele realmente paga. Os números abaixo são reais, anonimizados por confidencialidade.
Geri uma operação de mídia de mais de US$5 milhões de um negócio de serviços com atendimento presencial nos EUA. O topo do funil era forte. Não faltava lead nem agendamento. O resultado se decidia depois: entre o cliente comparecer e fechar. O orçamento estava sendo julgado por custo por lead, quando o que pagava a conta era o custo por cliente fechado.
A lição que aplico em toda conta: otimizar por lead barato engana. O que importa é medir do clique ao contrato e mover o dinheiro pra onde ele vira cliente de verdade.
Cliente anonimizado por NDA.
Operação local de múltiplas unidades nos EUA. O desafio de todo negócio local: anúncio gera clique, mas clique não é gente entrando na loja. A maioria mede o online e fica cega pro que importa. Eu atribuí a visita à loja e direcionei milhões de mídia pra onde enchia o salão.
Funciona. Só não funciona quando alguém mede a coisa errada. Negócio local não se mede em clique nem lead online. Se mede em gente cruzando a porta. Quase nenhum gestor sabe rastrear isso, então roda anúncio, mostra um relatório de cliques e o movimento não muda. Conclusão errada: "não funciona".
Com atribuição de visita à loja, cada dólar de mídia passou a ser julgado pelo que trazia pra dentro da unidade, não pelo clique barato. Foi isso que sustentou ~20x de ROAS em escala de quase US$10M por ano, com mais de 1,1 milhão de conversões rastreadas a um CPA de US$8,51.
Cliente anonimizado por NDA.
Tenho experiência em diversos nichos que envolvem lead gen, alavancando resultado ao otimizar olhando pra jornada completa e não parando no lead.
Me mostra o problema. Se fizer sentido pros dois, te mostro como trabalho e mando uma proposta.
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